Norma Pereira de, Estudante de Direito
  • Estudante de Direito

Norma Pereira de

Brasília (DF)
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Emerson Prado, Estudante de Direito
Emerson Prado
Comentário · há 11 meses
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Emerson Prado, Estudante de Direito
Emerson Prado
Comentário · há 11 meses
Oi, Lucia! Qual é o nível de suporte dele? A partir do 2, fica mesmo difícil se manter em empregos, por causa das dificuldades de comunicação e controle emocional. Também é normal ele querer ficar em casa, pra evitar desgaste social.
Eu sou autista nível 1, o mais leve. Tive muita dificuldade em conseguir empregos, porque sempre vou mal nas entrevistas. Me resolvi bem procurando empregos com mais exigência técnica e menos interação social. A capacidade do autista em trabalhar com foco profundo acabou sendo um diferencial que me ajudou muito.

Meus pitacos:
1. Mantenha a calma. Claro que é dificílimo, mas é possível. Eu só fui diagnosticado com 51 anos (tenho 52), e a minha mãe sobreviveu. Você também vai.
2. Deixe sempre muito claro pra ele ser autista não nos torna "malucos". Tomar remédio também não. Os outros falarem, muito menos. Autismo é uma característica, como ser canhoto, LGBT ou careca, e não nos torna melhores nem piores que os outros. Repita sempre que a gente é o que a gente é, e não o que parece ou os outros acham.
3. Lembre que um dos "segredos" da comunicação com o autista é ser direta, lógica, assertiva, enfim, fazer sentido. Não se preocupe muito com rodeios - nós ignoramos completamente. Explique os benefícios da terapia e da medicação - peça ajuda técnica pros profissionais, se precisar falar sobre neuroquímica e afins. Deixe claro a diferença entre viver com e sem tratamento.
4. Por fim, sempre peça ajuda. Espero que lançar a pergunta aqui traga ajuda. De qualquer forma, ao reconhecer a necessidade e pedir, você já está acertando. Lidar com a gente às vezes é difícil mesmo, e compartilhar esse desafio faz sempre bem.

Bazinga!
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Carlos Geraldo Morandi
Comentário · ano passado
A violência da mulher é sutil, maliciosa, aguda, dissimulada, não raro cruel e geralmente não deixa rastros... não esteja-se generalizando. A mulher, diferentemente dos homens, raramente usa a força bruta para destruir um homem; ao contrário, usa sua habilidade social para desconstruí-lo muito aos poucos. O traquejo social psicológico feminino é diferente e, em média, muitíssimo superior ao masculino... as mulheres dão a luz a homens e mulheres. Quando essas habilidades são usadas para ensejar o mal, sai da frente. Além disso, o machismo, impede os homens, em geral, de denunciar a violência doméstica sob pena de ser taxado de ''frouxo'', isso é fato, pois até entre familiares e amigos íntimos não se comenta a tirania feminina... e como diria Oscar Wilde: ''A pior forma de tirania que o mundo sempre viu é a tirania do fraco sobre o forte. Essa é a única forma de tirania perene.''. Claro que aqui não se faz uma defesa unilateral, tanto homens quanto mulheres têm fraquezas; resta, portanto, encontrar medidas legais que ajustem o equilíbrio entre dois seres que na sua essência são iguais; já nas suas naturezas diferentes até mesmo por questão de sobrevivência da espécie. Ao jurista cabe, diurnamente, buscar o equilíbrio entre naturezas divergentes, porém não opostas. Será que nossa legislação não está totalmente ultrapassada e recrudescendo, portanto, tal desequilíbrio?...Note-se que na natureza, os animais machos e fêmeas convivem em harmonia sem conflitos, raramente acontecendo de um violentar o outro.... temos que reaver nossos conceitos?...
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